A IA que já conquistou mais de 7 milhões de pessoas agora cruza o Atlântico.

Quando fundamos a Zapia, no fim de 2023, partimos de uma convicção simples, quase teimosa: a maioria das pessoas não quer aprender a usar inteligência artificial nem entender suas partes técnicas. Quer resolver o dia e voltar para o que de fato importa. Foi com essa ideia na cabeça que começamos, e de lá pra cá mais de 7 milhões de pessoas entraram na Zapia ao longo de pouco mais de dois anos. Hoje escrevo pra te contar um novo capítulo que me empolga demais: estamos chegando à Europa.

Deixa eu te explicar por que isso importa. A primeira onda de inteligência artificial nos deu respostas: você pergunta e a ferramenta responde. É legal, mas o trabalho de verdade continua caindo no seu colo. Desde o primeiro dia quisemos construir algo diferente, capaz de dar o passo seguinte, de sair do responder para o agir.
Em vez de te entregar uma lista de restaurantes, que reserve a mesa. Em vez de te explicar como reorganizar a semana, que remarque a reunião e avise quem precisa ser avisado. Essa diferença, sair da informação para a ação, é a obsessão que nos move toda manhã, e é o que torna essa história tão pessoal pra mim.
Quando essa ideia funciona, o que você sente não é espanto tecnológico, é alívio. Penso em todas aquelas pequenas frações de atrito que se acumulam num dia qualquer: as mensagens de WhatsApp que se perdem em grupos que você não dá conta de ler, os e-mails que se amontoam, o plano simples que nunca fecha porque é preciso falar com cinco pessoas pra combinar. Não é uma única tarefa enorme que esgota a gente, são cem tarefas minúsculas. É justamente isso que você delega para a Zapia, às vezes com algo tão simples quanto dizer "Zapia, remarca a reunião", "Zapia, agenda esse follow-up pelo WhatsApp na segunda", "Zapia, me traz todo dia de manhã um resumo do grupo da família" ou "Zapia, responde o e-mail do meu cliente".
Se tem uma peça da qual eu me orgulho especialmente, é o jeito como a Zapia se conecta ao WhatsApp. É algo que muita gente sentia falta sem saber que queria. Por meio dessa conexão, a Zapia consegue fazer várias coisas por você. Resume os grupos que você não dá conta de acompanhar, te entrega um resumo diário das mensagens mais importantes, envia mensagens e fala com vários contatos ou fornecedores ao mesmo tempo, e agenda mensagens pra saírem na hora certa.
A lógica é direta: você pede e a Zapia executa dentro do WhatsApp, ou traz essa informação pra dentro do aplicativo. Em vez de passar o dia preso nas suas conversas, você deixa que a Zapia acompanhe por você e te entregue só o que importa. E o que é que isso tudo tem a ver com a Europa? Tem tudo a ver. Tudo o que fomos construindo, do jeito como construímos e com as integrações que pensamos pra América Latina, começou a cair no gosto também de outras partes do mundo.
Como eu dizia, mesmo sem nunca termos colocado o foco lá, começamos a ver usuários chegando de forma orgânica, sobretudo em Portugal e na Espanha por uma questão de idioma, mas também em vários outros países da região. Paramos pra nos perguntar por quê, e a resposta apareceu quase sozinha.
Existe uma proximidade cultural real com a América Latina, e isso aparece nos hábitos. O mais claro de todos é a cultura da mensageria, esse viver dentro do WhatsApp pra quase tudo, do grupo da família ao contato com um fornecedor. Se o jeito de agir da Zapia já fazia sentido deste lado do Atlântico, fazia também do outro. Não íamos ensinar a ninguém um comportamento novo, e sim nos somar a uma rotina que já existia. Por isso decidimos ir ao encontro dessas pessoas, em vez de esperar que elas nos encontrassem.
Não dá pra contar esse momento sem mencionar quem caminha com a gente. Até hoje recebemos cerca de 19 milhões de dólares em investimento seed, com a Prosus à frente, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, por trás de plataformas como iFood, Despegar e OLX. Esse apoio nos dá combustível pra acelerar a chegada à Europa e construir mais rápido.
Tem uma coisa em que eu acredito profundamente, e é o que mais me motiva nesse projeto. A inteligência artificial só cumpre sua promessa de verdade quando chega às pessoas comuns e serve no dia a dia delas. A gente não está construindo a Zapia pra especialistas nem pra um punhado de entusiastas de tecnologia, e sim pra qualquer pessoa que queira resolver o dia com menos esforço e, com isso, economizar tempo e dinheiro. Seja em São Paulo, Bogotá, Barcelona ou Amsterdã, a rotina é mais parecida do que a gente imagina: a mesma agenda apertada, os mesmos grupos de WhatsApp, a mesma vontade de recuperar um pouco de tempo. Democratizar esse acesso, colocá-lo ao alcance de todos e não só de quem já se sente à vontade com a tecnologia, é exatamente o motivo pelo qual a gente existe.
E pra essa ideia não ficar só no discurso, a gente sustenta com fatos: tudo o que te contei vive num plano gratuito bem completo. A conexão com o WhatsApp, os resumos, o envio de mensagens, a organização da sua agenda, tudo isso está lá, sem que você precise pagar pra começar. Pra gente, tirar o atrito do dia nunca deveria ter sido privilégio de poucos.
A Europa é um capítulo novo de uma história que mal começou, e tenho certeza de que aos poucos vamos chegando a mais e mais lugares. Bom, se você ainda não usa a Zapia, fica o convite pra experimentar: crie sua conta grátis em app.zapia.com. Vou adorar saber como foi.
